- CRIs abrem ano com emissões em queda e pagamentos em atraso A combinação de juros e custos de construção em alta e vendas em queda tem provocado pagamentos em atraso, pedidos de dispensa das obrigações previstas em contrato e menos emissões de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs). Ao mesmo tempo, o recuo nas cotações dos fundos de investimento imobiliário (FIIs), que encerraram 2024 com a terceira maior desvalorização de sua história (5,9%, pelo Ifix, índice de referência do setor), também reduziu a demanda por esses papéis. Leia mais view more
- Fundos imobiliários têm respiro, mas retomada deve ser em 2026 Os fundos de investimento imobiliário (FIIs) tiveram um respiro em fevereiro e o Ifix, referência da classe, encerrou o mês em alta de 3,34%, a primeira desde agosto do ano passado. Como em março até dia 14 subia 2,9 2%, o índice passou para o campo positivo, acumulando alta de 3,09% no ano, depois de terminar 2024 com queda de 5,89%, o terceiro pior desempenho anual da série histórica. Leia mais view more
- Multimercados têm a menor fatia entre fundos desde 2019.. A combinação de juros altos e desempenhos decepcionantes levou os multimercados em 2024 à menor fatia da indústria de fundos desde 2019. Levantamento da Comdinheiro a pedido do Valor mostra que essa classe de investimentos tem hoje 24,25% do patrimônio total dos fundos líquidos do país. O número consolida a trajetória de queda iniciada em 2022, depois de seis anos seguidos de alta e do pico de 30,72% em 2021. Leia mais view more
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Queda de ‘spreads’ de crédito privado perde fôlego.
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Depois da forte redução no prêmio pago pelos emissores de debêntures aos
investidores em fevereiro, o movimento começou a perder fôlego em março e
abril, segundo gestores de recursos. O prêmio, ou “spread”, é a diferença
entre as taxas pagas pelos papéis corporativos e os rendimentos equivalentes
das NTN-Bs ou do CDI. -
Restrição do CMN a títulos isentos eleva demanda por debêntures incentivadas.
Com as restrições impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) às emissões de certificados de recebíveis e letras de crédito imobiliário e do agronegócio (CRI, CRA, LCI, LCA e LIG), houve uma corrida dos investidores nos últimos dias para comprar debêntures incentivadas de infraestrutura, títulos de empresas que contam com isenção de Imposto de Renda para a pessoa física. Na segunda, apenas dois dias úteis após a resolução do governo, o volume negociado desses papéis no mercado secundário atingiu R$ 2,5 bilhões, o nível mais alto em um ano, segundo levantamento da área de pesquisa do Banco ABC.
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Nova regra do CMN leva a corrida por debêntures isentas
As restrições impostas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) às emissões de certificados e letras de crédito imobiliário e do agronegócio (CRIs, CRAs, LCIs, LCAs e LIGs) levaram a uma corrida nos últimos dias às debêntures incentivadas, que garantem isenção de Imposto de Renda (IR) a pessoas físicas.
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